Usuários de transporte coletivo em Goiânia são vitimas freqüentes de assaltos e arrastões.
De acordo com a constituição Federal, Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e
responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da
incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Mas os
goianos que necessitam do transporte público em Goiânia vivem uma realidade bem
diferente do que estabelece a Constituição Federal. É bastante comum os relatos
de assaltos diários e arrastões em coletivos e terminais coletivos no Estado.
Os
trabalhadores e pais de família que utilizam os meios de transporte público
para se locomoverem no Estado convivem com uma realidade assustadora, a onda de
assaltos e arrastões nos terminais e coletivos.
Na maioria
das vezes esses crimes acontecem após as 21hs, mas ocorrem também no decorrer
do dia. Esses crimes em grande maioria são praticados por menores de idade e usuários
de drogas.
Enquanto
isso, o governo Estadual e os órgãos de segurança pública parecem fechar os
olhos para essa triste realidade. Terminais como Padre Pelagio e Vera Cruz são
verdadeiros campeões de relatos de assaltos, o que tem deixado os usuários do
transporte coletivo cada vez mais assustado e revoltado.
Antonio
Carlos, 37, trabalhador e que necessita utilizar o serviço após a 23hs no
terminal Padre Pelágio para voltar para casa, relata que já perdeu as contas de
quantas vezes já foi assaltado ou presenciou esse tipo de crime.
Estamos de mãos atadas,
precisamos utilizar o terminal e o transporte público mas vivemos assustados.
Já fui assaltado mais de três vezes, levaram celulares, carteira, e ninguém faz
nada.
Afirmou Antonio.
Para
Ana Luiza, 24, estudante que também faz uso do terminal Vera cruz a situação
não é diferente e as queixas e reclamações se repetem.
Somos vitimas de menores, usuários
de drogas, armados com faca que chegam com a maior tranqüilidade e naturalidade
que nos assaltam com certeza da impunidade. É assustador esperar pelo coletivo
a noite nesses terminais, você tem que esconder seu celular, pulseira, cordão
ou vai ficar sem seus objetos. Cadê o Estado? Cadê a policia? Questiona a estudante.
Esta
na hora do Governador Marconi
Perillo (PSDB), tirar o traseiro da poltrona, sair do conforto do
gabinete e vim conhecer de perto a realidade desses goianos que pagam seu alto
salário e conforto, enquanto convivem diariamente com a insegurança e a
criminalidade sem limites.
Também se faz necessário
que o secretário de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, tome providências e adote medidas para
solucionar essa problemática. O que não podemos aceitar é que a população fique
refém desses marginais enquanto o poder público permanece de braços cruzados e
assim atestando a própria incompetência e falta de vontade.

Nenhum comentário